segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Vamos prestigiar?


SEMINÁRIO NA UENF


Hélvio Santafé morre neste domingo aos 89 anos


 Do:Campos.24horas

domingo, 14 de setembro de 2014    -    Foto: arquivo
Helvio SantaféO professor, escritor e técnico esportivo Hélvio Santafé, 89 anos,  morreu na manhã deste domingo (14), após sofrer parada cardiorrespiratória na UTI do Hospital dos Plantadores de Cana, onde estava internado desde a última segunda-feira.
O velório acontece a partir desta noite, no ginásio do Automóvel Clube, e o sepultamento será na manhã de segunda-feira.
Campista apaixonado por Atafona, estudou e foi professor de educação física do Liceu de Humanidades de Campos.
Ele foi primeiro colunista social de Campos, e autor de diversos livros, como  “Ídolos do nosso esporte: A história esportiva de Campos” , “Brummell, o society que virei” e “Os bares do pontal”,”Atafona vento nordeste”, entre outros.

sábado, 13 de setembro de 2014

A gente se habitua


                                                      Walnize Carvalho
                    
                    E porque há de se viver e agradecer todos os dias o dom da Vida é que me peguei em divagações .
                    É... Quase tudo mudou e a gente acaba se habituando as mudanças.
             A gente se habitua  e porque - repito – há de se viver e agradecer o dom da vida. E nessa vivência somada à experiência, a gente se habitua com a ausência da  família reunida; do abraço apertado,do aperto de mão...
           A gente se habitua com a falta de gentilezas, de afagos e sorrisos...
           A gente se habitua a esperar horas por um telefonema ou - quem sabe- uma mensagem:- Como passou seu dia?... 
           A gente se habitua a dar “um bom dia” para as pessoas em seu caminho sem receber, muitas vezes, a saudação de volta...
          A gente se habitua a não ser notado nas filas, nos meios de transportes, nas calçadas...
           A gente se habitua ao tempo de espera; à falta de tempo, de buscar no tempo o tempo sem tempo de voltar...
          A gente se habitua a assistir e conviver com :  corrupção, destruição, poluição, mar de lamas sem nem  mesmo olhar o mar,  espiar o luar ou  buscar alguém para falar...
         A gente se habitua a mensagens virtuais, a redes sociais, esquecendo o perfume das cartas, a melodia das vozes, o calor dos abraços...
         E depois de tanto costume adquirido - talvez- para não se perder, para não se ferir, para não se machucar, a gente se habitua a poupar a vida que - paulatinamente -   se desgasta, e se esvai em silêncios.




sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Que pena, prefeita....

Parece que tem comício de Garotinho hoje na Praça São Salvador. Imagino que nossa querida prefeita esteja deixando tudo "nos trinques" para o maridão. Pena não ter este mesmo zelo e cuidado com áreas menos nobres e vistas da nossa querida cidade.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Agende-se





PROGRAMAÇÃO DO MUSEU HISTÓRICO
DE CAMPOS DOS GOYTACAZES

IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
SETEMBRO
DATA
HORÁRIO
EVENTOS
05/09
(Sexta-feira)

19h - 21h
FESTIVAL DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIA
Organização do Departamento de Literatura da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.
12/09
(Sexta-feira)
19h
ABERTURA DAS COMEMORAÇÕES DO ANO HERVÉ SALGADO RODRIGUES
 Auditório do Museu Histórico de Campos dos Goytacazes.
19/09
(Sexta-feira)
19h - 21h
CAFÉ LITERÁRIO ANTÔNIO ROBERTO
No espaço do Café do Museu Histórico de Campos dos Goytacazes.


21/09
(Domingo)

09h
Inauguração da Exposição Temporária intitulada:
“BANDAS MUSICAIS - HISTÓRIA, TRADIÇÃO E LEGADO”
Retreta da Banda Euterpe Sebastianense (1903), saindo do Museu Histórico para a Praça do Santíssimo Salvador.

14h
“BANDAS MUSICAIS - HISTÓRIA, TRADIÇÃO E LEGADO”
Retreta da Banda Lira Conspiradora Campista (1882), saindo do Museu Histórico para a Praça do Santíssimo Salvador.
24/09
(Quarta-feira)

20h - 21h
SÉRIE CLÁSSICOS NO MUSEU
Duo de Violino e Piano, com o Solista Carla Rincón e Pianista Viviano Sobral.

26/09
(Sexta-feira)

18h
ABERTURA DA IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
Palestra e Apresentação Musical.
Inscrições e Credenciamento na Recepção do Museu Histórico de Campos dos Goytacazes.
27/09
(Sábado)

09h - 18h
IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
Palestras, Reunião das Câmaras Técnicas, Plenária e Eleição do novo Conselho Municipal de Cultura.


28/09
(Domingo)

09h
“BANDAS MUSICAIS - HISTÓRIA, TRADIÇÃO E LEGADO”
Retreta da Banda Lira Guarani (1893), saindo do Museu Histórico para a Praça do Santíssimo Salvador.

14h
“BANDAS MUSICAIS - HISTÓRIA, TRADIÇÃO E LEGADO”
Retreta da Banda Operários Campistas (1892), saindo do Museu Histórico para a Praça do Santíssimo Salvador.

Telefone de contato para agendamento de visitas: (22) 27285058

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

DIVULGAÇÃO DE PALESTRA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DE CAMPOS

Palestra do professor Danilo Marcondes – “A Descoberta do Novo Mundo e o Ceticismo Moderno” – 

Dia: 10/09/14
Horário: 16 horas

Local: Auditório da Universidade Federal Fluminense – UFF – Rua José do Patrocínio, 71/75 – Centro – Campos dos Goytacazes.
Prof. Dr. Luiz Claudio Duarte
________________________________________________
Chefe do Departamento de História de Campos - CHT

"Chorar" é tudo de bom!


Mais uma noite de Choro & Cia. no Trianon

Gênero nascido na segunda metade do Século XIX, o Choro volta a ser
destaque no foyer do Teatro Municipal Trianon, na próxima quarta, 10
de setembro, em mais uma edição do projeto Choro & Cia., parceria
entre a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima e o Clube do Choro &
Cia., patrimônio imaterial da cidade.

Em apresentação marcada para começar às 20h, o Conjunto Regional
Carinhoso vai, mais uma vez, promover uma viagem aos clássicos que
imortalizaram o gênero, consagrando nomes como Pixinguinha, Jacob
Bandolim, Waldir Azevedo, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Joaquim
Callado e tantos outros mestres da música.

O Regional é formado pela cantora Alba Valéria (voz e coordenação), os
músicos Eumir Gama (violão sete cordas), João Ernesto (bandolim),
Mailton Gonçalves (violão seis cordas), Valzinho (pandeiro), Júlio
César Ferreira (cavaquinho) e Dalton Freire (flauta).

Como sempre acontece, o grupo recebe convidados especiais, dando
prosseguimento à política de valorização dos artistas da terra
proposta desde o início do projeto. Nesta edição, sobem ao palco a
dupla Cacá Morsh e Victor Rangel, com clássicos da MPB,  e os músicos
da centenária Lira Guarany entoando alguns  dobrados de seu
tradicional repertório. No intervalo poético, quem se apresenta é
Artur Gomes. O ingresso custa R$ 1.

sábado, 6 de setembro de 2014

A “morte” da independência


Walnize Carvalho
Sete de Setembro, de idos setembros.
A expectativa pelo dia do Desfile da Independência tornava ávido meu coração estudantil e - posso afirmar - da maioria da meninada da escola.
  Nos dias que antecediam o grande acontecimento,o ginásio do Instituto de Educação lotava de alunos e professores em tardes de ensaio. A formação dos pelotões; a indicação dos que levariam bandeiras; o aconselhamento dos mestres quanto a postura (tanto corporal como comportamental) era repetido à exaustão.
Ao término seguia para casa imbuída de entusiasmo, ainda com o “ratimbum’ dos tambores nos ouvidos.
        Chegada do grande dia.
        O uniforme impecavelmente preparado pelas mãos habilidosas de mamãe,(tanto o meu, como o de minhas irmãs) aumentava nosso orgulho pelo que dever cívico, queríamos demonstrar na avenida.
        E assim...
       Avenida Alberto Torres.
         Em frente ao Balalaica, posicionados nossos pais ,tios e primos vibravam não só com o desfile de instituições, entre outras (que me ocorrem agora):Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Municipal, Moto Clube de Campos; Legião dos Veteranos de Guerra; bandas municipais bem como com  as Escolas: Liceu,Agrotécnica,Auxiliadora, Nilo Peçanha ...e o nosso Instituto de Educação.
        Estanco as lembranças e imediatamente a imagem de um Desfile,que ficou gravado em minha memória reaparece com nitidez perfeita.
Recordo que todo ano um fato se repetia:Eu, estudante ginasial (a mais baixinha da sala) sempre me frustrava no ensaio no pátio da escola, quando eram formadas as filas para o desfile de 7 de setembro. E a frustração era maior porque ao sair à rua,na data da comemoração da Independência, lá estava eu, na última fileira,na "rabada"(conforme falavam à época).
        Resolvi tirar proveito da situação e no ano seguinte levei meu bom humor para a avenida.Aproveitando a distração dos professores dava acenos,brincava com os que estavam do lado de dentro da corda de isolamento,recebia deles copos d'água e até picolés.Tudo isso numa irreverência nada comum naquele tempo...
       E eis que no memorável ano de 1967, a novidade: A professora resolveu me agraciar, dando-me a missão e responsabilidade de sair à frente de um pelotão carregando a Bandeira Nacional!
Ao formar a fila foi que me dei conta de que era "O pelotão das baixinhas"!...
Daí pra frente desfilei com garbo,afinal,não poderia perder a pose nem o patriotismo. Mas, a bandeira pesava, o rosto ruborizava, o suor escorria pela face e o olhar atento, dos que ali estavam assistindo o desfile, faziam-me quase tropeçar nos próprios passos...
   Tentando manter a compenetração, pensava: - Tudo pela Pátria! Mas ano que vem quero estar lá no meio das minhas colegas, pois nessa posição de destaque acabei“matando” minha independência ,ou melhor, a liberdade de marchar junto a elas pelo mesmo ideal.

       Refeitas as lembranças, reconheço que nada faz sepultar em mim a admiração dos que fazem do “Sete de Setembro” um momento de reflexão sobre o nosso país. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Entrevista com a escritora Martha Medeiros


Do UOL, em São Paulo
Entrevistada do programa da TV Cultura "Roda Viva" da última segunda-feira (2), a escritora Martha Medeiros defendeu a arte e a cultura como formas imprescindíveis para "combater a ignorância". Ao falar sobre o caso do menino Bernardo - que supostamente foi morto pela madrasta com o consentimento do pai -, ela tratou o ocorrido como um "problema de formação das crianças dentro das famílias brasileiras".
"As pessoas tratam muito mal das crianças. Temos que combater esse tipo de coisa combatendo a ignorância. Aí entra uma formação familiar que a gente não tem. A pessoa ouve um pagode e acha que tem arte em casa. É necessário uma formação cultural que envolva filosofia, psicologia, noções básicas. Mas não basta só ir ao colégio. Acho que existe um vazio existencial dentro das pessoas que a arte pode preencher e resultar em famílias mais harmônicas. Acho que a cultura é tão fundamental para tudo isso para combater a ignorância", discursou ela no programa,
Dona dos bestsellers "Trem-Bala", "Doidas e Santas", "Divã" e conhecida por falar sobre assuntos amorosos/cotidianos, Martha defendeu  a legalização do aborto e ainda criticou a visão de que a mulher nasceu para a maternidade. Para ela, o aumento de mulheres que não querem ser mães faz parte da sociedade atual.
"Eu acho uma consequência natural da independência feminina. Antigamente, a gente não tinha muitas opções de realizações a não ser ser mãe. É uma sacanagem com as mulheres. A gente divulga muito o lado sublime e omite o lado encrenca da coisa. Porque é muito difícil e tem muitos problemas. Acho muito latino essa passionalidade de ser mãe.  Primeiro ser mãe depois o resto, é uma coisa que eu não compartilho. Tudo é importante", disse a escritora, que acha que a maternidade é "mais uma aventura da vida".  Ela é mãe de duas mulheres.
"Não gosto que me vejam como guru"
Durante a entrevista, Martha foi questionada sobre qual era a sua receita para conquistar leitores fiéis em um país que pouco lê. Sempre fugindo de rotulações, ela contou que começou escrever como um processo terapêutico para narrar suas angústias. Segundo a escritora, foi uma tentativa que atraiu o público.
No entanto, ela acredita não ser um guru e que não está apta para dar dicas sobre as relações cotidianas. "Não gosto muito de me verem como guru. Parece uma coisa messiânica. É muito fácil entender as coisas por escrito. Me atrapalho todos os dias como qualquer outra mulher. Estamos vivendo em um mundo exibicionista. E eu falo o que acontece entre quatro paredes. Ai as pessoas sentem identificação", explicou ela.
Martha Medeiros acaba de lançar a antologia composta pelos títulos "Liberdade Crônica", "Felicidade Crônica" e "Paixão Crônica" para comemorar seus 20 anos como cronista de jornal - atualmente nos jornais "Zero Hora' e "O Globo".

CIRANDA ON-LINE “CRIANÇA EM VERSOS” - 2014


Convite da acadêmica Heloisa Crespo(ACL)

CIRANDA ON-LINE “CRIANÇA EM VERSOS” - 2014 Participe da Ciranda com a sua trova, quadra, hai-cai, soneto, acróstico, cordel ou poesia livre. Tema: Quando eu era criança. Apresentação on-line da Ciranda “Criança em Versos” com todos os participantes: 12/10/2014 (Dia da Criança). Enviar o texto até o dia 23/09/2014 para o e-mail CriançaemVersos ,
I- Trabalho literário: Fonte Arial – Tamanho da fonte 12 Não precisa ser inédito. O autor só poderá participar com um trabalho. O tema não poderá ser usado como título. Participe e divulgue.
II- Ficha de Inscrição: Nome completo, nome literário, endereço (rua, nº,bairro, cidade e CEP), e-mail e telefone.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Tecnologia pode estar matando a habilidade para ler emoções

Uma pesquisa sugere que, quanto mais as crianças usam a mídia digital, mais suas habilidades sociais diminuem

Do:http://exame.abril.com.br/

Com certeza, toda criança sabe ler emoticons. Mas um novo estudo sugere que tanto tempo de tela está tornando cada vez mais a interpretação de emoções da vida-real pelas crianças.
A pesquisa sugere que, quanto mais as crianças usam a mídia digital, mais suas habilidades sociais diminuem.
"A diminuição da sensibilidade de sinais emocionais -- perder a habilidade de decifrar as emoções das pessoas -- é um dos custos" do uso intenso de celulares e computadores, disse a co-autora do estudo, Dra. Patrícia Greenfield, professora de psicologia da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Mas o estudo sugere um possível remédio: basta ficar alguns dias desplugado e cultivar mais interações face-a-face para que as habilidades sociais apresentem melhora, disseram os pesquisadores.
Para o estudo, os pesquisadores fizeram testes com dois grupos de pré-adolescentes. Um grupo incluiu 51 pré-adolescentes que estava participando de um acampamento de cinco dias, que proibia o uso de eletrônicos.
O outro grupo incluiu 54 pré-adolescentes que não estavam no acampamento e, portanto, podiam usar eletrônicos.
Os testes  que foram dados tanto antes quanto depois do acampamento -- demandavam que as crianças identificassem emoções retratadas em fotos de expressões faciais e em vídeos de atores representando cenas dramáticas.
O que os pesquisadores descobriram?
Após o período de cinco dias, as crianças que foram ao acampamentos se saíram muito melhor que as outras crianças ao ler expressões faciais.
Na verdade, a média de erros no teste caiu de 14 para 9 após o acampamento. No teste de vídeo, os campistas passaram de 26% de acertos para 31%, relatou o Los Angeles Times.
Como os pesquisadores sabem que foi esse tempo longe dos eletrônicos que melhoraram as habilidades sociais dos campistas -- e não a participação dos pré-adolescentes em atividades do acampamento e tempo ao ar livre
"Não podemos ter certeza de que foi o tempo longe dos eletrônicos", disse a co-autora do estudo Yalda Uhls, pesquisadora da UCLA, ao Huffington Post via email.
"No entanto, nós acreditamos que o tempo longe dos eletrônicos significa que eles tiveram mais cara-a-cara e e que isso contribuiu para a melhora... O estudo pareceu sublinhar a intuição de muitos pais."
Uhls acrescentou que, à luz das novas descobertas, pais de crianças obcecadas por tecnologia podem querer que suas crianças cortem o tempo com eletrônicos, assegurando-se que todo mundo da família passe o tempo suficiente desconectados
O estudo foi publicado online no jornal Computers in Human Behavior, em 15 de agosto de 2014.

sábado, 30 de agosto de 2014

Mudança


  Walnize Carvalho

 Na manhã  de sábado o dia mesmo de sol  e frio dá sinais de que continua em   cartaz é o inverno.
 Chego ao portão de casa.
 Na rua deserta enxergo ao longe o solitário ipê e exclamo: - Nossa, o “ipê”  floriu de novo! Este ano já é a terceira vez...Mas, desta vez estando batendo à porta a primavera...
 Apesar  da temperatura fico ali por alguns minutos a observar o esplendor do pé florido que reina absoluto.
 A copa da árvore de douradas flores ilumina a manhã.
 Mesmo tendo o seu lenho bem resistente, o ipê se vê acariciado pelo sopro do vento e se deixa desnudar cobrindo toda a calçada com um belo tapete amarelo.
 O espetáculo natural se encerra sem platéia até a próxima florada dando provas de que a primavera também fez o seu registro antecipado. 
 Corro os olhos. Avisto o sol por entre as folhagens da palmeira que adorna a calçada de outro vizinho. Apesar de sua timidez o astro rei também quer entrar em cena. 
 Entro em casa cantarolando os versos de Renato Russo: ”Mudaram-se as estações/ mas nada mudou...”

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Facebook altera regras para inibir "pegadinhas"

fonte:http://www.metaanalise.com.br/

 

O Facebook fez duas atualizações em sua página para diminuir a quantidade de “notícias spam” na linha do tempo de seus usuários. A primeira tem o intuito de diminuir a quantidade de “caça-cliques” e a segunda auxiliará as pessoas na visualização de links compartilhados em um formato melhorado.
O caça-clique funciona ao publicar um post com uma legenda que chame a atenção do leitor ao clicar e entrar em um link para ver mais. Postagens desse gênero costumam dar mais cliques, o que aumenta sua presença na linha do tempo dos usuários. Porém, segundo o Facebook, uma recente pesquisa da empresa revela que 80% dos usuários preferem ver chamadas que os ajude. Será caracterizado caça-clique mensagens que o usuário clicar, mas não passar muito tempo fora da rede social, e logo voltar ao Facebook. De acordo com a empresa, isso demonstra que o internauta clicou e não encontrou o conteúdo que desejava na notícia. O número de comentários e curtidas no post também vão indicar se ele é um caça-clique.
Já o compartilhamento de posts, terá como prioridade o formato como foto grande e legenda, sem links. Novamente, o Facebook chegou a este resultado por meio de análise.
Em suma, a partir de agora, tanto o usuário do Facebook como as empresas que publicam posts na rede social devem publicar seus posts sem links na legenda. Desse modo terão destaque e aparecerão mais na linha do tempo dos usuários.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Público dos cinemas aumenta, mas procura por filmes brasileiros cai 4,4%

Da EFE

80,6 milhões de pessoas foram às salas; 85,8% viram longas estrangeiros.
Ancine divulgou resultados do primeiro semestre de 2014 


O público nas salas de cinema no primeiro semestre de 2014 cresceu 10% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando um total de 80,6 milhões de espectadores, informou nesta segunda-feira (25) a Agência Nacional do Cinema (Ancine).
A maioria dos espectadores foi às salas de cinema para ver filmes estrangeiros, que atraíram 85,8% do público, enquanto as produções nacionais viram seu público reduzir 4,4% em relação aos seis primeiros meses de 2013.
Durante o primeiro semestre de 2014 foram exibidos nas salas brasileiras 195 títulos diferentes, dos quais 55 eram de produção nacional e 140 estrangeiros.
O filme nacional de maior arrecadação foi "Até que a sorte nos separe 2", comédia de Roberto Santucci, com R$ 33 milhões arrecadados até julho. A produção americana "Rio 2", do diretor brasileiro Carlos Saldanha, foi o filme de maior bilheteria neste período, com R$ 63 milhões de arrecadação.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Cine Jornalismo sábado (30)

“O Americano Tranquilo” no Cine Jornalismo sábado (30)
Em meio à batalha pela libertação do domínio francês, um repórter e um idealista militante se encontram e, mais tarde, formam um triângulo amoroso bastante tumultuado com uma bela vietnamita. Indicado ao Oscar de Melhor Ator (Michael Caine), o filme “O Americano Tranquilo” (EUA, 2002), estará em cartaz no Cine Jornalismo da Associação de Imprensa Campista (AIC), neste sábado (30), às 16h.
A exibição acontece na sede da AIC, Rua Tenente Coronel Cardoso, 460. Ao final, o público vai poder bater um papo com o jornalista Rafael Vargas. O Cine Jornalismo acontece há seis anos e visa propiciar aos jornalistas, estudantes de jornalismo e demais interessados em mídia, uma análise sobre a própria profissão, a partir dos temas que os filmes abordam. A entrada é franca e todas as sessões são válidas como horas acadêmicas no curso de Jornalismo do Uniflu.
Sinopse - A trama se passa no ano de 1952, com Saigon em plena guerra. É nesta época que chega Alden Pyle (Brendan Fraser), um agente da CIA, idealista, que é enviado para ajudar as forças locais. Lá, ele conhece Thomas Fowler (Michael Caine), um veterano correspondente do jornal London Times, que lhe apresenta Phuong (Do Thi Hai Yen), uma bela vietnamita com quem está envolvido. Pouco tempo depois, Pyle acaba se envolvendo com Phuong, criando um triângulo amoroso que traz uma série de revelações à tona.